Another: Uma Metáfora

Acabo de sair de uma palestra com a presidente do CRP de São Paulo, sobre patologização no processo ensino-aprendizagem. Vocês podem achar desnecessário, vocês podem achar uma viagem da minha cabeça, uma vez que Another está longe do que eu chamaria de material de qualidade.
Mas esquecendo um pouco que se tratou de um roteiro vazio para pessoas que gostam de sangue voando, convido vocês a uma curtíssima análise do sistema escolar ocidental usando esse animê como analogia.

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Pandora Hearts: Sombrio e Colorido se Fundem em um Mistério de Séculos

Pandora Hearts é um dos poucos animês que assisti sem nem mesmo ler a sinopse. E por um motivo estúpido, que é a coincidência dele levar no titulo o meu primeiro nome. Mas, apesar de ter uma qualidade técnica questionável e um final que deixa qualquer espectador absurdamente no vácuo, PH é muito bom e mais do que vale a pena assistir (e depois correr atrás do mangá).
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Gosick: Entretenimento Bom é para Qualquer Um

Gosick é o exemplo de animê que geralmente eu passo longe. Menina pequena com personalidade difícil, garoto bobo, “mistérios” pra inglês ver. Mas férias são férias, e a falta do que fazer te faz assistir até os mais absurdos. Já deu pra perceber que eu to precisando de indicações boas, né? Se possível deixem nos comentários.

Mas Gosick não foi ruim! Kujo não é um imbecil, Victorique não é uma tsundere um pouco mais inteligente e o roteiro é bem amarrado! Quem diria!
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Steins;Gate: Como tornar um Harém interessante

Harém com roteiro digno e sensibilidade, isso existe?

Pois é, acabei assistindo Steins;Gate. Porque “acabei” assistindo? Porque apesar de ter um roteiro interessante e estar sendo muito bem falado pelos blogs que eu acompanho, costumo pesquisar mais a fundo no que vou assistir antes de me arriscar. Gosto de coisas bem feitas, não de perder meu tempo.

Aí a pesquisa de imagens no Zerochan me sufocou de menininhas, e acabei descobrindo que SG vinha de uma Visual Novel. Apesar de EF – A Fairy Tale of The Two ter sido uma experiência maravilhosa, não dei tanta sorte com outras séries com essa origem. Desisti de Steins.

Mas acabei voltando, afinal, sua ausência deixou um buraco na minha programação de férias. Os primeiros três episódios foram insuportáveis a ponto de levar uma semana para eu conseguir terminar (dormia toda vez que começava). Mas meus seguidores no Twitter me deram força falando que melhorava e apartir do episódio 6 o negócio começou a funcionar.

Steins;Gate conta a história de um jovem apesar de eu estar até agora tentando me convencer que ele tem só 18 anos chamado Okabe Rintarou, que se considera um cientista maluco e vai a uma conferência sobre viagens no tempo com sua amiga de infância Mayuri. Por coincidência acaba encontrando Makise Kurisu esfaqueada num corredor do prédio onde acontece a conferência, e ao mandar uma mensagem de texto comentando sobre isso para seu amigo Daru acaba criando uma modificação na linha temporal que faz com que a garota nunca tivesse sido assassinada.

Eles acabam descobrindo que o responsável por esse acontecimento é o microondas do “laboratório secreto” de Okabe e interferência dele nos SMS – e apartir daí começa a aventura de Okabe e sua trupe para criar uma verdadeira máquina do tempo apartir de um microondas e um celular.
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