Fullmetal Alchemist Brotherhood: O Preço das Escolhas

Um amigo meu me emprestou o mangá de Fullmetal, mas não tinha os últimos volumes. Então baixei o animê, e acabei assistindo tudo. Foi uma experiência muito prazeirosa, e qual não foi minha surpresa ao, dois anos depois, o reassistir, tendo a oportunidade de ver também a primeira versão.

Mas sei que tem muita gente por aí que assistiu só a primeira versão (que eu achei inferior em muitos aspectos) ou que não assistiu Fullmetal, e é a eles que dedico esse review e já começo dizendo: Assistam Fullmetal Alchemist Brotherhood!

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School Days: No Divã

Sim. Eu assisti School Days. Era curtinho, 12 episódios, nenhum drama. Mas cara, não dá para analizar aquilo, fazer um Review. O roteiro é puro mais do mesmo, é algo tão banal no gênero harém que a presença de um certo “drama” (por sinal, forçadérrimo!) não o faz mais digno de análise.

Temos peitos, bundas, meninas apaixonadas e um protagonista frouxo cuja quantidade de feromônios produzida não faz sentido nenhum.

Aí vocês se perguntam: Se isso é tudo que você pode dizer da série, se você acha que ela não tem roteiro digno de resenha, porque está fazendo um artigo?
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Cowboy Bebop: Um Exibicionismo Musical

Cowboy Bebop. Lembro-me de ter ouvido falar lendo uma matéria do Lancaster sobre Samurai Champloo (por sinal, alguém recomenda?), e há um mês ter lido um comentário do Dih sobre ser um clássico. Clássicos sempre me deixam curiosa.

O que é? Por que se tornou um clássico? Merece esse título?

E assim embarquei nas aventuras dos caçadores de recompensa de 2000 e guaraná em pílula. Continuar lendo